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Muito stress? Cinco ferramentas capazes de lhe mudar a vida

2016-07-29

Pelo contrário, a solução é fazer menos do que sentimos querer fazer.

Bill Rielly tinha tudo: uma licenciatura tirada em West Point, uma posição de executivo na Microsoft, uma fé forte, uma excelente vida familiar e muito dinheiro. Até se dava bem com a família da mulher!

Assim sendo, porque tinha tanto stress e ansiedade que mal conseguia dormir à noite? Trabalho com ele há muitos anos e ambos acreditamos que a sua experiência pode ser útil a outros indivíduos capazes e determinados.

A certa altura, nenhum grau de sucesso parecia suficiente para Bill. Em West Point, aprendera que a maneira de resolver problemas era perseverar através de toda a dor. Mas esta abordagem não parecia funcionar na redução do seu stress.

Quando terminou a sua segunda maratona alguns minutos mais lento do que o objetivo programado, sentiu que tinha falhado. Para “corrigir” as coisas, correu outra maratona apenas cinco semanas mais tarde. O seu corpo rejeitou a ideia e ele demorou mais uma hora do que na corrida anterior.

Finalmente, a mulher convenceu-o a tentar perceber o que estava, realmente, a provocar-lhe o stress e ele passou os anos seguintes a procurar formas de encontrar mais prazer na jornada. Neste processo, descobriu cinco ferramentas. Cada uma delas era bastante básica, mas em conjunto mostraram ser capazes de lhe mudar a vida e permitiram o seu êxito posterior como executivo da Apple.

Respirar. Começou com um passo pequeno, fazendo três respirações profundas de cada vez que se sentava à secretária. Percebeu que o ajudava a relaxar. Depois de estas três respirações se tornarem um hábito, aumentou para alguns minutos por dia. Percebeu que estava mais paciente, mais calmo e vivia mais o momento. Agora, faz esta respiração 30 minutos por dia. Assim restaura as suas perspetivas, ao mesmo tempo que consegue olhar para uma questão ou problema de uma maneira diferente e lembrar-se de novas soluções. Os exercícios de respiração profunda fazem parte, há milhares de anos, das práticas de ioga, mas pesquisas recentes realizadas no Massachusetts General Hospital, da Universidade de Harvard, documentam o impacto positivo deste tipo de respiração na capacidade do nosso corpo para lidar com o stress.

Meditar. A primeira vez que Bill ouviu falar de meditação, achou que era uma coisa para hippies. Mas ficou surpreendido ao perceber que reconhecia alguns dos que a praticavam: Steve Jobs, Oprah Winfrey, Marc Benioff e Russell Simmons, entre outros. Animado, começou com um minuto por dia. A sua meditação consistia em “body scanning”, que implicava concentrar a sua mente e energia em cada secção do corpo, da cabeça aos dedos dos pés. Pesquisas recentes de Harvard mostraram que meditar durante um tempo tão curto quanto oito semanas pode, na verdade, aumentar a matéria cinzenta em partes do cérebro responsáveis pela regulação emocional e pela aprendizagem.

Por outras palavras, quem medita aumenta o controlo emocional e o poder cerebral. Escutar. Bill descobriu que, se se concentrasse em ouvir as outras pessoas tal como se concentrava quando meditava, a sua interação tornava-se imediatamente mais rica. A outra pessoa podia sentir, de uma forma quase física, que ele estava a escutar e formava mais rapidamente um laço com ele. Quase imediatamente, a vida tornava-se mais rica e significativa. Como provou o professor Graham Bodie, escutar é, por excelência, um comportamento positivo na comunicação interpessoal.

Questionar. Não significa fazer perguntas a outras pessoas, mas sim questionar os pensamentos criados pela nossa mente. Só porque a nossa mente cria um pensamento, não quer dizer que ele seja verdadeiro. Bill adquiriu o hábito de se perguntar “Este pensamento é verdadeiro?” E, caso não estivesse completamente certo de que o era, abandonava-o. Como ele próprio explicou: “Agradece à tua mente por ter tido esse pensamento e vai em frente. Achei isto libertador porque me forneceu uma saída para os pensamentos negativos, uma válvula de escape que eu antes não tinha”.

A técnica de questionar os pensamentos foi popularizada por Byron Katie, cuja experiência e investigação mostram que existe poder em reconhecer, em vez de reprimir, os pensamentos negativos. Em vez de tentar ignorar alguma coisa que acreditamos ser verdade, questionar permite-nos sempre encarar os nossos pensamentos “frente-a-frente” e tirar-lhes o crédito quando são falsos. Ter um propósito. Bill comprometeu-se a viver com um propósito. Não tanto um Propósito de Vida, mas algo mais simples.

Comprometeu-se a fazer com propósito o que quer que estivesse a fazer. Fazer uma coisa e só uma coisa. Se decidisse ver televisão, via realmente televisão. Se estivesse a tomar uma refeição, aproveitava o tempo para desfrutar dela. Há pesquisas que confirmam a sua experiência. Em “A Pace Not Dictated by Electrons: An Empirical Study of Work Without Email” (Um Ritmo Não Ditado Por Eletrões:

Um Estudo Empírico do Trabalho Sem Email), Gloria Mark e Armand Cardello citam provas que sugerem que os trabalhadores da área do conhecimento verificam o email até 36 vezes por hora. O resultado é um aumento do stress. Conceder a cada atividade a atenção total assegura que se está a viver a experiência naquele momento, de maneira total. Para Bill foi importante ter começado com passos muito pequenos, porque não se pode combater o stress de uma maneira stressante.

Muitas vezes tentamos provocar mudanças através de puro esforço e pomos toda a nossa energia numa nova iniciativa. Mas não se pode vencer a tensão usando as mesmas técnicas que a criaram. Pelo contrário, a solução é fazer menos do que sentimos querer fazer. Se lhe apetecer respirar profundamente dois minutos, faça-o apenas um. Se está pronto para passar um dia a ouvir realmente as pessoas com toda a atenção, faça-o apenas durante a próxima reunião.

Permita-se ficar cheio de vontade de repetir. O que pretende é desenvolver um hábito sustentável: uma abordagem isenta de stress, para reduzir o stress. Greg McKeown é o autor do livro Essentialism: The Disciplined Pursuit of Less (Crown Business, publicação prevista para a Primavera de 2014). Aconselha executives em Silicon Valley e dá conferências um pouco por todo o mundo. É um Jovem Líder Global do Fórum Económico Mundial.

Artigo publicado originalmente em dezembro de 2013

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